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20 junho 2017

Análise: Melodrama

No dia 16 de junho de 2017, os anjos enviaram para a Terra o maravilhoso e muito aguardado “Melodrama”, segundo álbum de estúdio da cantora Lorde. É bom, mas é diferente!

Os fãs de “Pure Heroine” vão perceber as diferenças entre os trabalhos de Lorde. O suave vocal é o mesmo, graves e agudos que já conhecemos bem. Há também as famosas batidas marcantes, porém “Melodrama” carrega algo incomum da Neozelandesa que conhecemos em “Royals”.

Não sei como explicar isso, mas tentarei. Parece que em todas as músicas receberam uma atenção especial em seu arranjo. Não são lineares, uma hora o vocal diminui, outra trepida, os sons se mesclam, a batida não se torna constante. E esse é o diferencial que torna o “Melodrama” uma obra a ser exaltada e amada.

Essa característica é muito presente em “Sober”, que é um dos grandes destaques do álbum junto com “Perfect Places”, “Liability”, “The Louvre” e claro, “Green Light”.

As músicas são mais dançantes sim, perderam um pouco do lado gótico suave da cantora. Mas ao escutar qualquer faixa você pode afirmar “Essa música é da Lorde!”, não foi uma mudança forçada. Se foi estratégia de marketing não pareceu.

Mesmo que mais “comerciais”, as músicas de “Melodrama” carregam consigo a identidade da cantora e de suas influências. David Bowie ficaria orgulhoso, pois sua presença é marcante em cada uma das faixas.

Eu gosto bastante do “Pure Heroine”, gostei demais do “Melodrama” acho que Lorde conseguiu produzir dois grandes sucessos distintos sem precisar perder sua essência, ela merece palmas de pé.






ANÁLISE ESCRITA PARA A PÁGINA DO LEI DE MURPHY NO FACEBOOK. CLIQUE AQUI PARA CONFERIR O CONTEÚDO.

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